Nossa Senhora da Saúde

Nossa Senhora da Saúde
Este Ícone de Nossa Senhora da Saúde minha mãe o adquiriu no ano que eu nasci (1946) e está comigo até hoje.

sábado, 23 de junho de 2012

São João Batista

24 de junho

Oração a São João Batista
São João Batista, voz que clama no deserto: "Endireitar os Caminhos do Senhor... fazei penitência,porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandalhas", ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo".
Ajudai-me na conversão do meu coração para Deus e ao próximo, especialmente o mais necessitado; e me comprometer inteiramente com Cristo e sua Igreja.
Peço-vos, também, que ajudeis em minhas dificuldades e me alcanceis a graça, que humildemente suplico a Deus, por vossa poderosa intercessão: (pedir a graça). E assim, possa assumir a Missão de anunciar o Evangelho como membro ativo de minha comunidade. AMÉM.

Rezar: 1 Pai Nosso.. 1 Ave Maria.. e Glória ao Pai.

V- São João Batista, pregador da penitência
R- Rogai por nós!
V- São João Batista, precursor do Messias.
R- Rogai por nós!
V- São João Batista, alegria do povo.
R- Rogai por nós, que recorremos a vós!




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ORAÇÃO

Glorioso S. João Batista, que fostes santificado no seio materno, ao ouvir vossa mãe a saudação de Maria Santíssima, e canonizado ainda em vida, pelo mesmo Jesus Cristo, que declarou solenemente não haver entre os nascidos de mulheres nenhuma maior do que vós; por intercessão da Virgem e pelos infinitos merecimentos do seu divino Filho, de quem fostes precursor, anunciando-o como Messias e apontando-o como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo, alcançai-nos a graça de darmos também nós testemunhos da verdade e sela-lo até, se preciso for, com o próprio sangue, como o fizestes vós, degolado iniquamente por ordem de um rei cruel e sensual, cujos desmandos e caprichos havíeis justamente verberado.
Abençoai esta vossa casa e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida, para que, verdadeiramente animados do vosso espírito, no estado em que Deus nos colocou, possamos um dia gozar convosco da bem-aventurança eterna. Assim seja.


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ORAÇÃO

Ó Glorioso São João Batista, príncipe dos profetas, precursor do divino Redentor, primogénito da graça de Jesus e da intercessão de sua Santíssima Mãe, que fostes grande diante do Senhor, pelos estupendos dons da graça de que fostes maravilhosamente enriquecido desde o ceio materno, e por vossas admiráveis virtudes, alcançai-me de Jesus, ardentemente vos suplico, que me dê a graça de o amar e servir com extremado afecto e dedicação até a morte. Alcançai-me também, meu excelso protector, singular devoção a Virgem Maria Santíssima, que por amor de vós foi com pressa á casa de vossa mãe S. Isabel, para serdes livre do pecado original e cheio dos dons do Espírito Santo. Se me conseguirdes estas duas graças, como muito espero de vossa grande bondade e poderoso valimento, estou certa de que, amando até a morte a Jesus e a Maria, salvarei minha alma e no céu convosco e com todos os Anjos e Santos amarei e louvarei a Jesus e a Maria entre gozos e delícias eternas. Amém.

domingo, 27 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Santo Isidoro

(Neste Santo eu homenageio o meu bisavô paterno que se chamava Zózimo Isidoro de Oliveira. Ele recebeu este nome justamente por ter nascido no dia do Santo.)
Santo Isidro

Patrono dos lavradores

15 de maio

“Passei as noites vigiando, passei frio e calor para aumentar teus bens. Pouco possuías, quando entrei no teu serviço e vês agora como estás rico”. (Gen 30,30)

Devemos aproveitar todas as ocasiões que o Senhor nos propõe como meio de santificação. No livro do gênesis o Senhor sentencia ao homem um meio eficaz; “Tiraras da terra, com trabalhos penosos, o teu sustento todos os dias de tua vida... Comerás o teu pão com o suor de teu rosto.” (Gen 3, 18-19)
O Senhor nos apresenta o trabalho como meio santificador, é no cotidiano e nas pequenas ocasiões que encontramos os meios eficazes para alcançá-la.
O lavrador possui todos os meios de salvação, todos os elementos da natureza são fontes de inspiração e que permitem uma maior intimidade com o Criador. O contato com a terra e seus frutos etc.

E Quem foi Santo Isidro?

A Bela e encantadora Madri, capital da Espanha, foi o berço natal de Isidoro o lavrador. Seus pais eram muito pobres, nada possuíam em bens, e todo bem que possuíam era por graça de Deus; o tesouro da fé.
A Isidro não foi permitida a frequência na escola, a extrema pobreza o chamou desde os primeiros anos de idade, ao trabalho pesado, no campo.
Foi a assistência do Espírito Santo, merecida pela sua extraordinária humildade, que substituiu-lhe perfeitamente a falta livros. Isidro, na ânsia de conhecer as verdades da fé, não perdia ocasião de ouvir a palavra de Deus, que tão profundamente lhe calava na alma.
A paciência nas contrariedades, o modo afável de tratar o próximo, a prontidão em perdoar ofensas à fidelidade nos patrões.
A pontualidade no cumprimento dos deveres, o respeito e a modéstia e antes de tudo a grande caridade para com todos, assim Isidro trilhava o árduo caminho da santidade.
Isidro transformava em oração os trabalhos mais pesados, tudo oferecia por amor ao seu Deus e para cumprir sua vontade.
Enquanto a mão dirigia o arado o coração estava elevado em Deus, era tanta intimidade, que os outros empregados e seus patrões tinham a impressão de que ele estava em êxtase. Seu olhar era iluminador e suas palavras cheias de ternura e mansidão.
Seu patrão chamava-se João de Vagas e soube sempre ser reconhecido ao seu mais ilustre servo Isidoro. João refletia o versículo do Eclesiastes, como conselho que diz: “Como tua alma ama e estima um empregado prudente.” Isidro obteve de seu patrão a autorização de assistir a missa todos os dias. Levantava-se de madrugada para cumpri suas primeiras obrigações com Deus e seu patrão.
Apesar de sua pobreza, dava o que possuía aos mais pobres e sempre com o coração cheio de alegria.
Casou-se com Maria Turíbia que em tudo se parecia com seu santo esposo.
O único filho do casal morreu ainda criança, e logo em seguida morre Maria Turíbia, com fama de santidade.
Certo dia enquanto Isidro detinha-se em sua contemplação e oração, seu patrão foi a campo e testemunhou o grande prodígio, de ver um anjo arando a terra.
Isidro adoeceu gravemente e com exatidão predisse a sua morte, para a qual se preparou com todo o zelo. Era dia 11 de maio de 1170, estava com 60 anos.
Muitos milagres lhe confirmaram a grande santidade. Era por todos muito amado.
Quarenta anos depois de sua morte, o corpo foi transportado do cemitério para a Igreja de Santo André e mais tarde colocado na capela do Bispo.
Isidro foi canonizado em 1622 pelo Papa Paulo V.
Que os homens do campo, lavradores, agricultores, a exemplo de Santo Isidoro, façam do seu trabalho diário um meio perfeito de santificação.
E que Santo Isidro interceda por todos quantos tiram a terra o seu sustento e o alimento de milhares de mesas. Amém! 

Comemora-se dia 15/05

Santo Isidoro nasceu em Madri (Espanha), no ano de 1030.

Ele era lavrador, um camponês.

Vocacionado ao matrimônio casou-se com Maria Turíbia e tiveram um filho, o qual perderam ainda cedo.

Vida difícil e sacrificante, Isidoro santificou-se ao aprender a mística de aceitar e oferecer a Deus suas dores.

Participava diariamente da Santa Missa e trabalhava para um patrão injusto e impaciente.

Santo Isidoro: um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou.

Consumiu-se por amor a Deus.

Morreu aos 60 anos.

Santo Isidoro, rogai por nós!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A oração da Ave Maria comentada


Comentário da Oração da Ave Maria no Catecismo da Igreja Católica

Na oração, o Espírito Santo nos une à Pessoa do Filho Único, em sua humanidade glorificada. Por ela e nela, nossa oração filial entra em comunhão, na Igreja, com a Mãe de Jesus.




A partir do consentimento dado na fé por ocasião da Anunciação e mantido sem hesitação sob a cruz, a maternidade de Maria se estende aos irmãos e às irmãs de seu Filho “que ainda são peregrinos e expostos aos perigos e às misérias”. Jesus, o único Mediador, é o Caminho de nossa oração; Maria, sua Mãe e nossa Mãe, é pura transparência dele. Maria “mostra o Caminho” (“Hodoghitria”), é seu “sinal”, conforme a iconografia tradicional no Oriente e no Ocidente.

A partir dessa cooperação singular de Maria com a ação do Espírito Santo, as Igrejas desenvolveram a oração à santa Mãe de Deus, centrando-a na Pessoa de Cristo manifestada em seus mistérios. Nos inúmeros hinos e antífonas que exprimem essa oração, alternam-se geralmente dois movimentos: um “exalta” o Senhor pelas “grandes coisas” que fez para sua humilde serva e, por meio dela, por todos os seres humanos; o outro confia à Mãe de Jesus as súplicas e louvores dos filhos de Deus, pois ela conhece agora a humanidade que nela é desposada pelo Filho de Deus.

Esse duplo movimento da oração a Maria encontrou uma expressão privilegiada na oração da Ave-Maria: “Ave, Maria (alegra-te, Maria)”. A saudação do anjo Gabriel abre a oração da Ave-Maria. É o próprio Deus que, por intermédio de seu anjo, saúda Maria. Nossa oração ousa retomar a saudação de Maria com o olhar que Deus lançou sobre sua humilde serva, alegrando-nos com a mesma alegria que Deus encontra nela. “Cheia de graça, o Senhor é convosco”. As duas palavras de saudação do anjo se esclarecem mutuamente. Maria é cheia de graça porque o Senhor está com ela. A graça com que ela é cumulada é a presença daquele que é a fonte de toda graça. “Alegra-te, filha de Jerusalém… o Senhor está no meio de ti” (Sf 3,14.17a). Maria, em quem vem habitar o próprio Senhor, é em pessoa a filha de Sião, a Arca da Aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: ela é “a morada de Deus entre os homens” (Ap 21,3).

“Cheia de graça”, e toda dedicada àquele que nela vem habitar e que ela vai dar ao mundo.

“Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”. Depois da saudação do anjo, tomamos nossa a palavra de Isabel. “Repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41), Isabel é a primeira na longa série das gerações que declaram Maria bem-aventurada: “Feliz aquela que creu…” (Lc 1,45): Maria é “bendita entre as mulheres” porque acreditou na realização da palavra do Senhor. Abraão, por sua fé, se tornou uma benção para “todas as nações da terra” (Gn 12,3). Por sua fé, Maria se tornou a mãe dos que creem, porque, graças a ela, todas as nações da terra recebem Aquele que é a própria benção de Deus: “Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”.

“Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…” Com Isabel também nós nos admiramos: “Donde me vem que a mãe de meu Senhor me visite?” (Lc 1,43). Porque nos dá Jesus, seu filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos: ela reza por nós como rezou por si mesma: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com ela à vontade de Deus: “Seja feita a vossa vontade”.

“Rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte” Pedindo a Maria que reze por nós, reconhecemo-nos como pobres; pecadores e nos dirigimos à “Mãe de misericórdia”, à Toda Santa. Entregamo-nos a ela “agora”, no hoje de nossas vidas. E nossa confiança aumenta para desde já entregar em suas mãos “a hora de nossa morte”. Que ela esteja então presente, como na morte na Cruz de seu Filho, e que na hora de nossa passagem ela nos acolha como nossa Mãe, para nos conduzir a seu Filho, Jesus, no Paraíso.


Fonte: www.reflexoesfranciscanas.com.br

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Eucaristia remédio da imortalidade



Eucaristia remédio da imortalidade 

Nós precisamos firmar nossa fé na Eucaristia. Hoje a Igreja pede para fazermos do nosso coração um altar para o Cristo. 

Jesus instituiu o sacramento da comunhão na última ceia. 

“Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos. E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.” (Lucas 22,7-ss) 

Em sitônia com a páscoa do Judeu, Jesus pega o pão e faz uma oração de ação de graça a Deus, assim como oração do judeu. Neste momento Jesus institui uma nova aliança, dando um novo sentido a aliança do velho testamento, através do seu sangue, do sacrifício do seu corpo. 

A Igreja do Senhor foi fiel a Jesus quando ele disse- Fazei isso em memória a mim. São Paulo nos diz: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” (I Corintios 11,23) 

Através dos primeiros discípulos, a Igreja foi fiel ao Senhor. A igreja compreendeu que a instituição da Eucaristia, mostra a oblação do corpo, sacrificado de Jesus por amor a nós. 

Quando participamos da Eucaristia participamos do sacrifício do Cristo. 

Quem tem alguma experiência de sofrimento? Todo sofrimento incomoda, e existe sofrimentos que causa dor profundas em nós. Saiba cada vezes que comungamos, participamos dá dor do Cristo. E a união do nosso sofrimento com o do Cristo, por meio da Eucaristia o Cristo derrama o amor dele no seu sofrimento, para que seu sofrimento seja também motivo cura e de amadurecimento cristão. 

A comunhão com Jesus Eucarístico é garantia de que não sofreremos em vão, pois nosso sofrimento ganha sabor de céu. 

Padre Wagner Ferreira

fonte: Radio Rainha da Paz

quarta-feira, 14 de março de 2012

Santa Matilde (dia 14 de março)



Santa Matilde foi educada numa nobre família junto a um mosteiro beneditino. 
Cresceu e casou-se com Henrique I, rei da Alemanha, mas manteve sua nobreza interior, não deixando influenciar-se pelo poder.
Teve cinco filhos, e sempre como mãe humilde e orante, buscou ensinar aos filhos os caminhos da salvação eterna.
Matilde também foi mãe para o povo, para os pobres.
Mulher cheia de compaixão que dentro das possibilidades ajudou e influenciou a muitos.
Com o falecimento de Henrique I, essa grande mulher de Deus disse aos filhos: 


"Gravai bem no vosso coração o temor de Deus. Ele é o Rei e Senhor verdadeiro, que dá poder e dignidade perecíveis. Feliz aquele que prepara sua eterna salvação".

Com a morte do marido, o seu calvário começou: foi traída pelos filhos, sob a falsa acusação de que estaria desperdiçando os bens com os pobres.
Retirou-se para um convento e ali intercedeu pelos seus amados filhos, através da oração e sacrifícios.
Seus filhos então, tomaram consciência da injustiça que estavam cometendo.
Com a conversão deles, teve mais facilidade para ajudar a muitos outros pobres.
Em 968 partiu para o Reino dos céus, o Reino dos santos.

Santa Matilde, rogai por nós!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Papa fala aos párocos



Papa aos párocos: "Chega de carreirismo"

"É a falta de humildade que destrói a unidade" da Igreja. "A soberba é a raiz de todos os pecados". As afirmações são de Bento XVI, bispo de Roma falando de improviso aos párocos da sua diocese. Mais de 300 o ouviram nessa quinta-feira, 23 de fevereiro, na Aula Nervi, no tradicional encontro do início da Quaresma com os padres romanos.

A reportagem é de Roberto Monteforte, publicada no jornal L'Unitá, 24-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardeletto.

Neste ano, em vez da troca de perguntas e respostas, o papa preferiu realizar uma lectio divina. Por uma hora, falando de improviso, ele lhes explicou as insídias das quais é preciso se resguardar. Assim como aos futuros 22 cardeais durante o último Consistório, ele indicou as lógicas mundanas, a busca do poder e do sucesso.
"Só a humildade, conjugada com o realismo, proferiu o pontífice, que "nos torna verdadeiramente livres". Diante dos "corvos", do vazamento de documentos reservados dos Sagrados Palácios, evidente extensão pública de um confronto interno à Cúria Romana, o papa convida a olhar para a fé, para serviço e para amor à Igreja e aos irmãos.

Nessa quinta-feira, ele denunciou o carreirismo presente na Igreja. Convidou a fugir da "vaidade" que - afirmou, falando em primeira pessoa -, "no fim, é contra mim e não me faz feliz". "Devo saber aceitar - continuou - a minha pequena posição na Igreja". É essa humildade - acrescentou - que "leva a não querer aparecer, mas sim a fazer aquilo que Deus pensou para mim e que, para mim, faz parte do realismo cristão".

A humildade é central. "Os cristãos - observou - estão divididos porque falta a humildade". "A soberba - enfatizou - é arrogância. É a raiz de todos os pecados, a busca do poder, aparecer aos olhos dos outros, não se preocupar e agradar a si mesmo e a Deus. Ser cristão significa superar essa tentação".

Durante a audiência geral da quarta-feira e depois no rito das Cinzas celebrado à tarde na Basílica de Santa Sabina, o papa advertira contra a tentação do poder e do materialismo. Antes ainda, havia indicado o perigo representado pelo poder da mídia e das finanças. Na sua lectio, não faltou uma passagem crítica contra os "católicos adultos", contra um "fé emancipada do magistério".

Mas, para Ratzinger, o resultado "é a dependência das ondas do mundo, da ditadura dos meios de comunicação, da opinião comum, ou seja, do mundo que todos pensam e querem". É o neoconformismo. "Libertar-se dessa ditadura - disse - é libertar-se realmente".

O grande problema da Igreja, concluiu o Papa Bento XVI, é o da "falta de conhecimento da fé", do "analfabetismo religioso". Ele admitiu que na Igreja, hoje, "nem tudo é fé e amor" e que "se destrói a esperança que torna visível o Rosto de Deus". Ele convidou os párocos romanos a viver a esperança. "Ela - assegurou - nos nos garante que os poderes não são diferentes, e, no fim, o líder não permanece, não permanece a sujeira do mal, do pecado. Permanece apenas a Luz".

Fonte: http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=not&cat=105&scat=83&id=5803

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Feliz Natal

FELIZ NATAL
Belo vídeo com fotos natalinas
Para assistir o vídeo entre no link:       http://youtu.be/5Up09b-jnIk
Autor: NOF

sábado, 10 de dezembro de 2011

São Melquíades 10/12

São Melquíades
São Melquíades Hoje nos deixamos atingir pela santidade de vida de um Papa que buscou no Pastor Eterno e Universal toda a graça que necessitava para ser fiel num tempo de transição da Igreja.
São Melquíades, de origem africana, fez parte do Clero Romano, até que em 310 faleceu o Papa Eusébio e foi eleito sucessor de São Pedro.
No período de seu governo, Melquíades sofreu com a perseguição aos cristãos pelo Imperador Máximo.
Esta perseguição só teve um descanso quando Constantino venceu Máximo na histórica batalha em Roma (312) a qual atribuiu ao Deus dos cristãos.
Com isto, surgiu o Edito de Milão em 313, concedendo a liberdade religiosa; assim, São Melquíades passou do Papa da perseguição para o Papa da liberdade dos cristãos.
Durante os quatro anos de seu Pontificado, as piores ameaças nasceram no interior da Igreja com os hereges.
São Melquíades foi grande defensor da Fé, por isso combateu principalmente o Donatismo, que contestava a legitimação da eleição dos ministros de Deus e fanaticamente se substituía a qualquer autoridade.
Aproveitou Melquíades, a liberdade religiosa para organizar as sedes paroquiais em Roma e recuperar os bens da Igrejas perdidos durante a perseguição.
São Melquíades através da Eucaristia semeou a unidade da Igreja de Roma com as demais igrejas.
Entrou no céu em 314 e foi enterrado na Via Ápia, no cemitério de Calisto.
Do Doutor Santo Agostinho, São Melquíades recebeu o seguinte reconhecimento: "Verdadeiro filho da paz, verdadeiro pai dos cristãos".

São Melquíades, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Papas da Igreja Católica Apostólica Romana - parte 1



Lista dos Papas


Esta é uma lista sucessória dos Papas, chefes da Igreja Católica Apostólica Romana, com indicação dos seus anos de pontificado. Cabem algumas notas:

Não existe uma lista oficial de papas, mas o Anuário Pontifício, publicado anualmente pelo Vaticano, contém uma lista que é geralmente considerada a mais correta. Em 2001foi feito um estudo rigoroso pela Igreja Católica sobre a história do papado.
Nunca houve um Papa João XX, nem um Papa Martinho II ou III (ainda que sejam assim designados por vezes os Papas Martinho I e II). Para a numeração dos papas com nome Estêvão, consulte Papa Estêvão.
A numeração dos papas de nome Félix foi posteriormente corrigida para omitir o Antipapa Félix II. No entanto, a maioria das listas ainda nomeiam os últimos dois papas de nome Félix como Papa Félix III e Papa Félix IV. Adicionalmente, ainda houve um Antipapa Félix V.
Os nomes mais comuns são João (último: XXIII, embora não tenha havido João XX e João XVI tenha sido um antipapa), Gregório (XVI), Bento (XVI, embora Bento X tenha sido um antipapa), Clemente (XIV), Inocêncio e Leão (XIII).
O título de papa passou à ser utilizado a partir do século III.

Os antipapas não estão incluídos. Para uma lista dos antipapas, veja Antipapa.


Anuário Pontifício

Primeiro Milénio
Século I
#NomeInício do pontificadoFim do pontificadoNome em LatimNotas
1São Pedro1.St.Peter.jpg3067PetrusCanonizado. Primeiro papa considerado pela Igreja Católica. Foi o pontífice que por mais tempo governou (37 anos).
2São LinoPapa Linus.jpg6779Linus PaulingCanonizado.
3Sant Canis latransPapa Cletus.jpg7988AnacletusCanonizado.
4São Clemente IPapa Clemens I.jpg8897SiemensCanonizado.
5Santo EvaristoPapa Evaristo.jpg97107Evaristus CostellasCanonizado.
Século II
#NomeInício do pontificadoFim do pontificadoNome em LatimNotas
6Santo Alexandre IPapa Alessandro I.jpg105116AlexanderCanonizado.
7São Sisto IPapa Sisto I.jpg116125XystusCanonizado.
8São TelésforoPapa Telesforo.jpg125138TelesphorusCanonizado.
9São HiginoPapa Igino.jpg138142HyginusCanonizado.
10São Pio IPius I.jpg142155PiusCanonizado.
11Santo AnicetoPapa Aniceto cropped.jpg155166AnicetusCanonizado.
12São SoteroSoter.jpg166175SoteriusCanonizado.
13Santo EleutérioSan Eleutherius.jpg175189EleutheriusCanonizado.
14São Vítor IVictor I..jpg189199VictorCanonizado.
15São ZeferinoSaintz05.jpg199217ZephyrinusCanonizado.
Século III
#NomeInício do pontificadoFim do pontificadoNome em LatimNotas
16São Calisto IReims-Portail Nord-St Calixte.jpg217223CallistusCanonizado.
17Santo Urbano IUrbanI.jpg223230UrbanusCanonizado.
18São PoncianoPontian.jpg21 de Julho de 23028 de Setembro de 235PontianusCanonizado.
19Santo AnteroAnterus.jpg21 de Novembro de 2353 de Janeiro de 236AnterusCanonizado.
20São FabianoSaint Fabian1.jpg10 de Janeiro de 23620 de Janeiro de 250FabianusCanonizado.
21São CornélioHeiliger Cornelius.jpg6 de Março de 251Junho de 253CorneliusCanonizado.
22São Lúcio ILucius I.jpg25 de Junho de 2535 de Março de 254LuciusCanonizado.
23São Estêvão IStephen I.jpg12 de Maio de 2542 de Agosto de 257StephanusCanonizado.
24São Sisto IIHeilsbronn Münster Vierzehn-Nothelfer-Altar Papst Sixtus.jpg31 de Agosto de 2576 de Agosto de 258Xystus SecundusCanonizado.
25São DionísioPope Dionysius.jpg22 de Julho de 25926 de Dezembro de 268DionysiusCanonizado.
26São Félix IPopeFelixI.jpg5 de Janeiro de 26930 de Dezembro de 274FelixCanonizado.
27Santo EutiquianoEutychian.jpg4 de Janeiro de 2757 de Dezembro de 283EutychianusCanonizado.
28São CaioPCaius.jpg17 de Dezembro de 28322 de Abril de 296CaiusCanonizado.
29São MarcelinoMarcellinus.jpg30 de Junho de 2961 de Abril de 304MarcellinusCanonizado.
Século IV
#NomeInício do pontificadoFim do pontificadoNome em LatimNotas
30São Marcelo IPapa Marcelo I.jpg308309MarcellusCanonizado.
31Santo EusébioNuremberg chronicles f 128r 4..jpg309310EusebiusCanonizado.
32São MelquíadesPope miltiades.jpg2 de Julho de 31110 de Janeiro de 314MiltiadesCanonizado.
33São Silvestre ISylvester I.jpg31 de Janeiro de 31431 de Dezembro de 335SilvesterCanonizado.
34São MarcosMarcus (papa).jpg18 de Janeiro de 3367 de Outubro de 336MarcusCanonizado.
35São Júlio IIulius I.jpg6 de Fevereiro de 33712 de Abril de 352IuliusCanonizado.
36LibérioLiberius.jpg17 de Maio de 35224 de Setembro de 366Liberius
37São Dâmaso ISan Damaso I.jpg1 de Outubro de 36611 de Dezembro de 384DamasusCanonizado.
38São SirícioSiricius.jpg11 de Dezembro de 38426 de Novembro de 399SiriciusCanonizado.
39Santo Anastácio IAnastasius I.jpg26 de Novembro de 39919 de Dezembro de 401AnastasiusCanonizado.
continua...